Blog do JJP - Notícias Populares do Maranhão

Flávio Dino rechaça pesquisas para escolha de seu sucessor em 2022

Informantes bem posicionados nos corredores do Palácio dos Leões asseguram que o governador Flávio Dino (PCdoB) repeliu o uso de pesquisas de intenção de voto como causa sine qua non para a escolha do seu sucessor.

No Bom Dia Mirante, da manhã desta quarta-feira (17), o jornalista Clóvis Cabalau anunciou que a Escutec fará pesquisa, via telefone, para apurar quem está no pensamento do eleitorado para comandar o estado pelos próximos 4 anos.

Flávio Dino, que concorrerá ao senado, deixou bem claro em reunião fechada que o vice, Carlos Brandão (PSDB), será seu nome à sucessão. A reunião, ontem (16), com o deputado federal licenciado e atual secretário das Cidades, Márcio Jerry (PCdoB), deixou bem claro que o assunto é pauta vencida e a chapa está fechada. A opinião de Dino já estaria formada.

site sondou que o senador Weverton Rocha (PDT) – que tem o sonho de sentar na cadeira de Dino -, assim como o presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto (PCdoB) – entusiasta do projeto pedetista -, querem pesquisas eleitorais para decidir quem será o candidato do grupo que, ainda, é liderado por Dino.

Sem pesquisa, já decidiu o governador, navalha a fonte palaciana.

Fonte: Neto Ferreira

Prefeito usa próprio salário para construir casas no Maranhão

O prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Rodrigues Bonfim, confirmou neste Sábado (13), em vídeo, que é pré candidato a governador do Maranhão nas eleições de 2022.

O prefeito ficou conhecido após denunciar abusos e perseguição supostamente praticados pelo Governo do Estado em 2017, ano que antecedeu a eleição. Por meio de um vídeo publicado em seu perfil, em rede social na época, o gestor reclamou de corte em convênios que já estavam em execução. A partir daí ele ganhou visibilidade após declarar-se oposição ferrenha ao governador Flávio Dino.

Além disso, ele virou febre nas redes sociais, após usar o salário de prefeito para construir casas populares, formado em medicina e no seu primeiro mandato de prefeito, nos dias de folga ele se arrisca na profissão de pedreiro ajudando nas construções das casas. Com poucos recursos estaduais e federais, ele já entregou dezenas de obras construídas com recursos próprios para população de seu pequeno município.

Lahesio recentemente foi destaque nacional no jornal Folha de S. Paulo por ter conseguido manter uma boa administração municipal, apesar da escassez de recursos estaduais, e por ter conseguido votação expressiva para presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em 2018.

CHEGOU EM CODÓ A FACSU – FACULDADE SUCESSO

A Faculdade Sucesso surge da necessidade de contribuir com a qualificação da educação superior no município de Codó e região, assume o compromisso institucional de contribuir com o desenvolvimento educacional através da oferta de Ensino Superior, nas mais diversas áreas do conhecimento, integrado à pesquisa e à extensão.

Inicialmente está liberado para nosso município os seguintes cursos de graduação: Pedagogia e Serviço Social, além de diversos cursos de pós-graduação.

Faculdade reconhecida e credenciada pelo MEC e totalmente EAD, com acompanhamento pedagógico local.

A FACSU tem a missão de melhorar a vida das pessoas por meio da educação responsável e de qualidade, formando cidadãos críticos e preparando profissionais para o mercado de trabalho, contribuindo para o desenvolvimento de seus projetos de vida.

TREINAMENTO DA EQUIPE DE DIVULGADORES

Neste sábado (13), foi realizado um treinamento para a equipe de divulgadores dos cursos de graduação e pós-graduação, da FACSU – Polo Codó.

Venha para a FACSU – Seu futuro é na Sucesso !!!

Pedro Neres desponta como jovem liderança em Codó

Pedro Neres acompanhando o pai, Dr. Zé Francisco, em reunião no Palácio dos Leões

Seja nas reuniões importantes em São Luís, onde está sempre acompanhando o pai, o prefeito eleito de Codó, Dr. Zé Francisco, em busca de oportunidades para Codó, seja em reuniões com as comunidades rurais, o jovem Pedro Henrique Neres, tem se destacado pela forma atenta como vem buscando ajudar e dar apoio ao pai na missão de administrar a sexta maior cidade do estado.

Na foto acima, Pedro é visto na companhia do seu pai, do presidente da Assembleia Legislativa do Estado, o deputado estadual Othelino Neto, e do deputado federal licenciado e secretário de Estado da Articulação Política, Rúbens Junior, em recente encontro no Palácio dos Leões.

Seguindo a mesma profissão do pai, o jovem acadêmico de medicina, que atualmente está cursando os últimos períodos, diz buscar inspiração no seu pai para exercer a profissão. “Meu pai sempre fez da medicina um sacerdócio, uma forma de ajudar o próximo, além da realização pessoal”, afirma Pedro. Talvez por isto Dr. Zé Francisco seja tão querido em Codó, e tenha tido em 2020, a maior votação para prefeito da história política da cidade, com 28.331 votos para os anos de 2021 a 2024.

“Pedro desde criança, sempre foi muito estudioso,  tenho certeza que será um grande médico”, afirma o Dr. Zé Francisco. “Ele sempre dá atenção a todos da mesma forma, seja em uma reunião com as quebradeiras de côco na zona rural de Codó, ou em uma reunião no Palácio dos Leões, quando me acompanha em busca de melhorias para a nossa cidade”, acrescenta Dr. Zé Francisco, orgulhoso com as virtudes do filho

32 nomes para 18 vagas de Federal em 2022

Já em clima das eleições de 2022, o jornalista Domingos Costa fez uma vasculha nos bastidores da politica maranhense e identificou 32 nomes que disputarão a Câmara Federal na corrida eleitoral do ano vindouro.

Desses, conforme as fotos acima, quase a metade ficará no meio do caminho. Essa será uma das eleições mais acirradas da história no que diz respeito a nomes com potencial político. Então, vamos…

Pela ordem das fotos temos:

1. Duarte Júnior, saiu das urnas municipais da capital com mais de 216 mil votos;

2. Detinha, esposa de Josimar de Maranhãozinho, presidente do PL no estado;

3. Roseana Sarney, a ex-governadora anunciou que irá disputar vaga na Câmara;

4. Roberto Rocha, sem chances de renovar o mandato no Senado, o jeito é tentar ir para federal;

5. Edivaldo Holanda Jr, o ex-prefeito de São Luís se não concorrer a federal deverá lançar a esposa, Camila;

6. Felipe Camarão, o titular da SEDUC irá para a campanha com o legado das Escolas Dignas;

7. Clayton Noleto, a missão do titular da SiNFRA é sair de Imperatriz eleito federal;

8. Simplicio Araújo, o titular da SEINC já bateu duas vezes na trave, agora vem muito mais experiente;

9. Edinho Lobão, o filho do ex-governador quer voltar à política com mandato de federal;

10. Neto Evangelista, com mais de 83 mil votos como candidato a prefeito em 2020, o estadual quer ser federal;

11. Fábio Macedo, o filho do empresário Dedé Macedo quer trocar a Assembleia Legislativa por Brasília;

12. Amanda Gentil, neta do ex-deputado Zé Gentil, a jovem é a candidata a federal do pai, o prefeito de Caxias;

13. Márcio Honaiser, um dos homens mais ricos do estado, é outro que quer trocar o MA por Brasília;

14. Marreca Filho, o deputado federal vai em buscar de renovar o mandato, o que não é fácil;

15. Pastor Gildenemir, com reeleição improvável, o deputado vai em busca de um milagre;

16. Júnior Lourenço, o “dono” da cidade de Miranda do Norte quer se reeleger a qualquer custo;

17. Gil Cutrim, o ex-prefeito de São José de Ribamar que quase assume o PSDB trabalha para renovar o mandato;

18. Elizabeth Gonçalo, o irmão do prefeito de Santa Rita e irmão do Des. Gonçalo Filho agora vai;

19. João Marcelo, mesmo com o pai fragilizado, o filho do ex-senador João Alberto quer continuar na Câmara;

20. Bira do Pindaré, com reeleição dificílima, o deputado do PSB vai em busca de mais um desafio;

21. Aluísio Mendes, bolsonarista de ocasião, o ex-segurança de Sarney quer mais um mandato de federal;

22. Zé Carlos, petista quase liquidado consegue respirar novamente agora com a elegibilidade de Lula;

23. Fufuquinha, um dos mais destacados em Brasília deverá renovar mais uma vez o mandato de federal.

24. Gastão Vieira, suplente em exercício o ex-ministro do Turismo conhece o Maranhão de ponta a ponta;

25. Hildo Rocha, mesmo perdendo a Codevasf, o deputado não pode ser subestimado nas eleições;

26. Márcio Jerry, cotado para vice em chapa de governador, o comunista se quiser tem vaga de federal;

27. Cléber Verde, presidente do Republicanos no MA, o deputado não enfrentará dificuldade para se reeleger;

28. Rubens Júnior, o deputado federal começa juntar os cacos da eleição em São Luís e refazer as bases no interior;

29. Juscelino Filho, presidente do DEM no Maranhão, o irmão da prefeita de Vitorino Freire vai para reeleição;

30. Pedro Lucas Fernandes, filho do prefeito de Arame, o parlamentar irá para mais uma batalha em 2022;

31. Edilázio Júnior, presidente do PSD no MA e genro da desembargadora Nelma tem reeleição tranquila;

32. Fernando Braide, irmão do prefeito de São Luís deverá contar com a força do Palácio de La Ravardière;

Em tempo, nas imagens acima ainda faltam os deputados estaduais Adriano Sarney e Pastor Cavalcante, que também irão tentar sair da Assembleia Legislativa para a Câmara Federal.

Blog do DC

PEC aprovada poderá deixar servidores públicos civis e militares sem reajuste salarial até 2025

PEC foi aprovada em primeiro turno na madrugada com apoio dos parlamentares do Centrão.

A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta quarta-feira (10), em primeiro turno, o texto da proposta de emenda à Constituição (PEC) que recria o auxílio emergencial a vulneráveis e institui mecanismos de ajuste nas despesas, como congelamento de salários de servidores, quando há elevado comprometimento das finanças de União, estados e municípios.

O sinal verde veio depois de o próprio presidente Jair Bolsonaro ter endossado, a contragosto do Ministério da Economia, uma tentativa de fatiar a PEC para deixar de fora parte das medidas duras. A investida acabou não vingando.

A estratégia de Bolsonaro naufragou após a equipe econômica e o próprio presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), terem entrado em campo para desarmar o movimento das forças de segurança, apoiadas pela bancada da bala. Os policiais queriam emplacar um dispositivo que os livrasse do alcance das medidas de congelamento de salários e progressões na carreira, mas foram barrados.

Com isso, o relator na Câmara, Daniel Freitas (PSC-SC), manteve a proposta já aprovada no Senado, com auxílio e mecanismos de contenção de despesas. O texto-base teve 341 votos a favor e 121 contra na Câmara – o governo precisava do apoio de 308 deputados para a aprovação. As discussões começaram na manhã da terça-feira, 9, e, com o movimento de obstrução da oposição, o texto somente foi aprovado à 1h30 desta quarta. Na manhã desta quarta, os deputados vão apreciar os destaques (propostas de mudanças no texto) e, depois disso, devem realizar o segundo turno de votação.

Na segunda-feira, 8, Bolsonaro chegou a dizer que três dispositivos poderiam ser retirados do texto e dar origem a uma PEC paralela. “Falei com o relator, que ele é o soberano, que ele poderia correr o risco de não aprovar se não mexesse em três artigos. Eram cinco, passamos para três buscando a negociação”, afirmou o presidente na ocasião. Embora não tenha dado detalhes, a declaração era um aceno aos policiais. O coordenador da bancada da bala, deputado Capitão Augusto (PL-SP), chegou a celebrar a sinalização. “Se não viesse a ordem de lá, não sei como seria. Agora, não sei como ele vai fazer”, disse.

Nesta terça-feira, 9, a equipe econômica entrou em campo para tentar reverter a articulação. Com os índices do mercado financeiro em deterioração (com disparada do dólar e dos juros, além de queda na Bolsa de Valores), o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, participou de reunião com lideranças na residência oficial de Lira para discutir o tema. Após uma tramitação marcada por sobressaltos e tentativas de drible na equipe econômica, Campos Neto alertou para os riscos de uma flexibilização ainda maior nas contrapartidas fiscais da PEC, consideradas essenciais pela equipe econômica para demonstrar “compromisso do país” com o equilíbrio das contas e evitar a disparada da inflação e dos juros.

Arthur Lira e Paulo Guedes atuaram contra os reajustes salariais

O texto da PEC autoriza o governo a conceder uma nova rodada do auxílio emergencial, limitada a R$ 44 bilhões, e cria dois novos marcos fiscais: a emergência fiscal, quando a despesa elevada pressiona as finanças de União, estados e municípios, e a calamidade nacional, quando há situações como a pandemia de covid-19. Em ambas, são acionados gatilhos para contenção de gastos com salários de servidores, criação de cargos e subsídios. Apenas no caso de Estados e municípios é que as medidas duras são opcionais.

A emergência fiscal ocorre quando as despesas correntes de estados e municípios superam 95% de suas receitas correntes. No caso da União, a proporção da despesa obrigatória precisa ser superior a 95% do gasto total.

Os gatilhos do governo federal só devem ser acionados entre 2024 e 2025, segundo previsão do Tesouro Nacional. Isso coloca o ajuste em um cenário ainda longínquo para o governo Bolsonaro, o que despertou críticas entre economistas que consideram urgente um corte mais agressivo nas despesas.

Após a advertência feita pelo presidente do BC, Lira e o relator da PEC foram até o Palácio do Planalto. Segundo apurou o Broadcast Político, o presidente da Câmara pediu a Bolsonaro que abortasse a operação para desidratar a PEC. Lira ainda orientou parlamentares do Centrão a votarem a favor do texto do relator e contra eventuais alterações propostas em plenário.

Traição – O desfecho despertou a ira dos policiais, que acusaram o governo de “traição” e de tratá-los com “desprezo” depois de esses grupos terem servido de base de sustentação inclusive durante a campanha de Bolsonaro em 2018. A União dos Policiais do Brasil (UPB), formada por 24 entidades da classe, prometeu manifestações e paralisações no País. “Os policiais estão extremamente irritados com a forma como estão ocorrendo as reformas”, disse o presidente da Associação dos Delegados da Polícia Federal (ADPF), Edvandir Paiva. “(Bolsonaro) Usou a bandeira dos policiais na eleição, mas nas reformas eles não estão sendo levados em conta.”

Secretários desmentem Brandão sobre escolha do seu nome por Flávio Dino

Carlos Brandão vai atropelando os fatos na tentativa de forçar Flávio Dino a antecipar sua escolha sobre sucessão; e vai sendo desmentido pelos próprios membros do governo

O vice-governador Carlos Brandão (PRB) plantou mais uma fake news em setores da mídia alinhados ao seu projeto de poder: a de que o governador Flávio Dino (PCdoB) havia anunciado a escolha do seu nome para sucedê-lo em 2022.

Brandão foi desmentido peremptoriamente ao blog Marco Aurélio D’Eça pela unanimidade dos secretários presentes ao encontro com Dino.

– É uma plantação sem pé-nem-cabeça. Como Flávio Dino iria se decidir por um nome sem ouvir o leque de partidos que compõem sua aliança? Como ele iria se decidir por candidato A sem falar previamente com candidato B? – afirmou um dos presentes.

Desde que a notícia sobre Brandão foi plantada em blogs e sites, o blog Marco Aurélio D’Eça mandou para diversos secretários a seguinte mensagem de WhatsApp: “Verdade que Flávio Dino reconheceu Brandão como candidato dele, semana passada, em reunião com secretários na qual o senhor estava presente?”

De acordo com as notícias, estiveram na reunião os secretários Marcelo Tavares (Casa Civil), Carlos Lula (Saúde), Rodrigo Lago (Agricultura Familiar), Felipe Camarão (Educação), Rubens Pereira Júnior (Articulação Política), Rogério Cafeteira (Esporte e Lazer), Clayton Noleto (Infraestrutura), Jefferson Portela (Segurança Pública), Márcio Jerry (Cidades e Desenvolvimento Urbano), Simplício Araújo (Indústria e Comércio), Chico Gonçalves (Direitos Humanos e Participação Popular), Júlio César Mendonça (Agerp) e Ednaldo Neves (adjunto da Articulação Política).

Todos os que responderam ao blog optaram pela ligação telefônica – e pediram off – mas foi unânime o desmentido sobre Brandão.

– Ele em momento algum falou de Brandão. Disse que a decisão sobre o candidato se dará ainda este ano e admitiu, inclusive, a hipótese de permanecer no governo para coordenador sua sucessão – contou um dos secretários, informação confirmada por todos os demais ouvidos por este blog.

O próprio Brandão sequer participou da reunião, que foi apenas com auxiliares interessados na disputa eleitoral do ano que vem.

O vice pode ter sido enganado por algum dos presentes ou decidiu plantar a informação em seu favor na tentativa de gerar mais um fato em torno do seu projeto.

O desmentido unânime dos secretários, porém, é mais uma pancada nas já frustradas tentativas de ele se viabilizar como candidato da base.

Codó realiza seminário interdisciplinar para profissionais de educação

A IETEF (Instituto Educacional, Técnico, Tecnológico, Cultural e Formação Profissional) de Codó, realizou neste final de semana (20 e 21), no auditório do CEU’S no Conjunto COHAB, bairro São Francisco, a Aula Inaugural do Curso de Psicanalise Clinica e Integrativa e o Seminário Interdisciplinar que teve como tema: Saberes educacionais: Velhos temas, novos desafios.

O seminário foi destinado para professores, cuidador escolar e de idosos, coordenadores, supervisores, gestores e profissionais nas áreas de educação, com o seguinte conteúdo:
Didática: Velhos temas, novos desafios; Novas estratégias didáticas no contexto contemporâneo; O que é didática; e Didática no ensino fundamental.

O coordenador da região de Codó Manoel Júnior, agradeceu em nome do diretor administrativo estadual, Professor Francisco de Paula, a participação de todos que se fizeram presentes no evento, disse que foi tomado todos os cuidados conforme determina os órgãos de saúde, enfatizou ainda, o apoio do poder público referente ao espaço concedido para a realização do seminário, momento impar para que os profissionais de educação da nossa cidade se capacitem, com informações importantes para esse período de início do ano letivo, informou que para o mês e abril, será realizado um seminário voltado para o público da área de serviço social, além de turmas de cursos técnicos, que serão divulgados posteriormente.

No encerramento foi entregue o certificado para os participantes do seminário, ficando para o dia 20 de março, a primeira aula oficial do Curso de Psicanalise Clinica e Integrativa, maiores informações, com o coordenador regional Manoel Júnior ou pelo celular 99 98127-3915.

Senador Weverton fala os motivos de ter votado pelo auxílio emergencial de R$ 600,00

Na semana que passou o Senado votou a PEC 186, que, entre outras coisas, autoriza o governo federal a pagar o auxílio emergencial. Eu e outros senadores de oposição fizemos um destaque para separar a votação do auxílio emergencial do ajuste fiscal proposto pelo governo e votamos a favor do pagamento de um auxílio emergencial de R$ 600,00, na mesma extensão do que aprovamos no ano passado. A proposta do governo coloca um teto para os gastos com o auxílio neste ano, prevendo parcelas bem menores e um público reduzido. Não posso concordar com isso.

O Brasil está vivendo um momento delicado. Médicos e cientistas falam em um agravamento ainda maior da pandemia, que tem batido recordes trágicos desde fevereiro. Neste cenário, é preciso socorrer a população em todos os níveis, tanto nas medidas sanitárias, como nas econômicas.

O desemprego está em um nível recorde, o PIB teve a pior queda em 24 anos e enquanto não superarmos a crise de saúde não conseguiremos retomar plenamente a economia. A saída é manter o auxílio emergencial para que as famílias possam se sustentar e o dinheiro circule minimamente, como ocorreu em 2020. É a medida lógica, que vem sendo adotada em todos os países do mundo.

No ano passado, fui o relator do decreto de calamidade pública que permitiu que o governo federal fizesse os gastos necessários para enfrentar a crise gerada pela pandemia do novo coronavírus, incluindo o pagamento do auxílio. Quando o governo propôs um valor de R$ 200,00, aumentamos no Congresso para R$ 600, e a medida se mostrou acertada, mantendo famílias e comércio ativos, no pior momento.

Agora em 2021, apresentei um projeto para prorrogar o estado de calamidade e dar as condições para a continuidade do auxílio. O governo optou por um caminho mais longo e difícil, que foi a proposta de emenda constitucional. Uma proposta que chantageia o Congresso para aprovar o auxílio em troca do arrocho de servidores públicos.

Concordo com o auxílio e fui a favor dele na votação dos destaques. Mas discordo do arrocho. Afinal a grande maioria dos servidores não ganha altos salários e está prestando serviços fundamentais para a população mais pobre. Não é justo penalizar policiais, professores, profissionais de saúde, assistentes sociais que estão dando a vida por esse país, quando há cortes mais importantes a serem feitos nas despesas públicas, como o pagamento da dívida.

O importante é que seja garantida a continuidade do pagamento do auxílio de R$ 600,00 para todos que estiverem precisando. Precisamos vencer essa crise juntos, pensando nos brasileiros, na saúde, na vida e nas condições para que todos possam ter renda para se alimentar e sobreviver. Enquanto estiver no Senado, lutarei com todas as minhas forças para que todos possam viver bem, em especial os que mais precisam.

Senador Weverton