Blog do JJP - Notícias Populares do Maranhão

Deu na Folha: MA é o estado com mais cidades em que novos casos de coronavírus caem

Reportagem do jornal Folha de S.Paulo desta terça-feira (23) mostra que o Maranhão é o Estado brasileiro que tem o maior número de cidades onde os novos casos de coronavírus diminuem.

São 42 municípios nessa condição no Estado. Isso equivale a cerca de 20% de todas as 189 cidades que têm visto o número de novos registros cair no Brasil.

“A conclusão é fruto de um modelo estatístico desenvolvido por dois pesquisadores da USP que mede a velocidade da epidemia e como ela muda ao longo do tempo”, explica a Folha.

A situação em cada lugar é dividida em cinco categorias: inicial, acelerada, estável, desaceleração e controlada.

“Se a quantidade de novos registros começa a diminuir, ou seja, o ritmo de contágio desacelera, tem-se a etapa de desaceleração”, afirma a reportagem. É nessa fase em que os 42 municípios maranhenses citados estão.

O jornal lembra que a Ilha de São Luís adotou o lockdown em maio. “Hoje, São Luís se encontra na fase estável, segundo o modelo dos pesquisadores”, acrescenta.

SAÚDE – Carlos Alberto assume Secretaria Municipal de Saúde de Caxias

A Prefeitura de Caxias empossou na manhã desta terça-feira (02) Carlos Alberto como secretário municipal de Saúde. Formado em engenheiro eletricista, sanitarista e gestor empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. Com experiência na área de gestão, o agora secretário vai comandar a pasta no lugar da médica especialista em gestão hospitalar, Socorro Melo, que esteve à frente da secretaria por 3 anos e 5 meses.

A solenidade simples, na sede da Secretaria Municipal de Saúde, contou com a presença do representante do executivo municipal e dos funcionários da pasta, em momento com poucas pessoas para evitar aglomerações e seguir as recomendações da Organização Municipal de Saúde.

Carlos Alberto, que está em Caxias desde 1989, quando assumiu a administração do sistema de energia elétrica, e esteve à frente do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Caxias (SAAE), assume a pasta em um momento desafiador, em que a saúde têm pela frente o enfrentamento ao novo coronavírus.

“Estar à frente da Secretaria Municipal de Saúde é um grande desafio. Nós estamos em um momento ímpar, de instalação do coronavírus em todo o Brasil e no mundo inteiro. O que não quer dizer que as outras doenças não existam. Então, nós estaremos conduzindo a secretaria de sorte a priorizar o atendimento por conta do coronavírus, mas também dando suporte necessário a outras enfermidades que as pessoas tenham. Nós recebemos agora a equipe da secretaria, e farei tudo para que tenhamos bastante resultado e consigamos melhorar ainda mais os serviços de saúde de Caxias, para que possamos dar uma segurança ainda maior para a nossa população que enfrenta o coronavírus”, frisa Carlos Alberto.

A ex-secretária municipal de Saúde, Socorro Melo, falou como foi comandar a saúde de Caxias e destacou os avanços conseguidos durante sua gestão. “A parte emocional pesa muito, porque nós na saúde somos como uma família. Foram muitos desafios que vencemos juntos, planejamos muito e executamos. Profissionalmente e pessoalmente fico muito feliz por ter conseguido melhorar saúde do nosso município, tiramos essa coisa horrível de ter uma maternidade da morte. Eu sinto que minha missão foi cumprida e melhoramos desde a atenção básica à planificação. Nosso CEAMI é referência nacional, nossos hospitais também. De uma forma geral, vejo que nossa missão foi cumprida”, afirma a médica.

A secretária lembra que diante do momento em que sua família está passando, de enfrentamento do novo coronavírus, a diminuição do ritmo de trabalho é uma outra realidade que bateu à sua porta. Porém, destaca que não está saindo do governo municipal, pois estará trabalhando no Centro Médico de Caxias no desafio de colaborar com o enfrentamento à covid-19.

“Agora estou vivendo um momento difícil da minha vida, tive a forma grave da covid-19, minha família também. Meu marido já saiu da UTI, mas está muito fragilizado. Então, a gente precisa entender que precisa modificar a nossa vida, fazer algumas adequações. Não estou saindo da administração. A escolha para a Secretaria Municipal de Saúde foi muito acertada, entende de gestão, Carlos Alberto é uma pessoa muito sensível e muito capaz, e eu vou estar junto com ele, ajudando a ele no que for preciso, passando todos os processos. A nossa equipe vai estar passando todos os processos, porque o nosso objetivo é você que precisa do serviço de saúde, é a qualidade do serviço que a gente presta a você”, afirma Socorro Melo.

O novo secretário municipal de Saúde finalizou destacando a importância do isolamento social em tempos de pandemia. Ele se dirigiu à população de Caxias, pedindo que todos estejam atentos às normas sanitárias, às recomendações sobre isolamento social, mesmo que o município esteja flexibilizando as atividades comerciais, porém com responsabilidades compartilhadas.

“O isolamento social é fundamental para que você tenha uma taxa de contaminação em níveis que o nosso sistema de saúde possa suportar o tratamento. Nós estamos em um momento em que temos uma necessidade premente de flexibilizar algumas atividades, e essa responsabilidade passa a ser uma responsabilidade também das pessoas. O que precisamos é exercer uma influência sobre as pessoas para conscientizá-las, porque primeiramente temos que cuidar de nossas vidas, para que em seguida o poder público tenha o dever de criar uma estrutura para lhe atender”, frisa o secretário de Saúde.

É zero a chance de prorrogar mandatos de prefeitos e vereadores, diz Marcos Pereira

Deputado federal Marcos Pereira

O deputado federal Marcos Pereira disse hoje (1), em entrevista ao grupo A Tarde, da Bahia, que é zero a chance de cancelar as eleições municipais deste ano e prorrogar mandatos de prefeitos e vereadores até 2022 devido à pandemia do novo coronavírus. Além de inconstitucional, o parlamentar afirma que a medida é antidemocrática.

“Muitos prefeitos não têm suas respectivas gestões aprovadas. Dar mais dois anos de mandato a eles é tirar o direito do cidadão de mudar”, ponderou ele, que é presidente nacional do Republicamos e vice-presidente da Câmara dos Deputados. 

O que está em debate no Congresso Nacional e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), segundo Marcos Pereira, é o eventual adiamento das eleições para novembro ou dezembro e até mesmo manter a data (dia 4 de outubro), porém com a adoção de um protocolo de segurança para o eleitor.

Entre as medidas mencionadas por Marcos Pereira estão a obrigatoriedade do uso de máscaras, a dispensa dos eleitores acima de 60 anos e de grupos de risco, o alongamento do horário de votação (das 6h às 21h) e a adoção de turnos de votação (idosos pela manhã, jovens à tarde). “E claro, manter o distanciamento entre as pessoas”, disse.

Marcos Pereira defende que a decisão seja tomada logo para que os candidatos possam se organizar. Ele afirma ser favorável à unificação das eleições (de quatro em quatro ou de seis em seis anos), mas que isso seja feito com antecedência, previsibilidade e constitucionalidade. “Não é para agora, a toque de caixa”, finalizou.

Sarney: mundo seria mais seguro se potências gerissem recursos para saúde, não armas

Da Coluna do Sarney

A humanidade foi surpreendida por uma ameaça que, embora profetizada por esporádicas vozes, nunca foi levada a sério. Ao longo de nossa história atravessamos muitas doenças que dizimaram populações inteiras, mas todas elas foram superadas.

A última grande e fundada ameaça foi a descoberta da fissão atômica. Ele deu ao homem o domínio de liberar forças gigantescas, capazes de destruir imensas regiões da Terra. A primeira noção que tivemos da brutalidade desse poder veio quando, estarrecido, o mundo viu as tragédias de Hiroshima e Nagasaki. E não existe nenhuma garantia de que ela não possa fugir do controle do homem e antecipar a catástrofe da destruição da vida na face da Terra com os instrumentos que o próprio homem construiu.

Hoje o arsenal de ogivas nucleares armazenados pelos países que dominam a fissão e a fusão nuclear é de mais de nove mil, somadas as de todas as potências nucleares. Daí o esforço do mundo inteiro no sentido de conter esse avanço através de organismos e tratados internacionais. No fundo a luta pelo poder hegemônico do mundo repousa sobre a força.

Esse esforço e essa corrida armamentista monstruosa – retomada nos últimos tempos por Trump e Putin – de repente foi colocada em segundo plano. A ameaça mais eficaz e rápida apareceu de um micro-organismo que, para ser visto, precisa ser aumentado 1 milhão de vezes num microscópio eletrônico.

A ameaça das doenças desconhecidas mostrou suas garras na pandemia da Covid-19, cuja capacidade destruidora, que atinge todos os setores, econômicos, sociais, políticos e globais, nunca tinha sido sonhada pela humanidade.

Se as potências mundiais tivessem concentrado seus recursos na busca do controle científico da saúde humana, em vez de empenhá-los na sofisticação das armas, talvez não estivéssemos passando esta crise previsível e anunciada, capaz de revirar o mundo de cabeça para baixo, nos deixando sem saber o que vem do futuro: o caos ou um mundo transformado, mais humano e solidário, de olhos voltados para o próprio homem e não para o domínio de povos sobre povos olhos voltados para o próprio homem e não para o domínio de povos sobre povos.

O homem esqueceu que ele é vulnerável a si próprio e não deve buscar a força e com ela destruir a obra construída pela mais bem-sucedidaespécie de mamífero, em que Deus nos deu a graça da vida, o Homo sapiens, que existe há 350 mil anos, um nada diante da eternidade.

E o Brasil? Em meio a esse transcendental desafio, em vez de inserirse no esforço mundial para enfrentar o Corona, fica mergulhado em lutas estéreis, em confrontos menores, quando devia concentrar todas as suas forças numa união geral, sem qualquer barreira e defender-se do desastre que ameaça a humanidade.

A rainha de Bolsonaro em xeque mate. Procurador Geral tem independência questionada pelo próprio MPF

Manifesto acirra debate no MPF em torno da independência de Aras

O debate pegou fogo, com dezenas de mensagens trocadas na rede de e-mail dos membros do MPF (Ministério Público Federal). De quarta-feira (27) para cá, a controvérsia ganhou corpo após a divulgação de um manifesto assinado por 590 procuradores, mais da metade da categoria, em defesa da lista tríplice e de uma nota da ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República) que chamou a atenção para a necessidade de garantir a independência de ações do cargo de procurador-geral da República.
Se a medida proposta no manifesto for aprovada pelo Congresso na forma de uma emenda constitucional, o atual procurador-geral, Augusto Aras, só poderá ser reconduzido ao cargo em 2021 caso seja um dos três mais votados pela categoria. Aras tem sido questionado dentro e fora do MPF por medidas favoráveis às posições do presidente Jair Bolsonaro e de seus ministros, ao mesmo tempo em que foi citado pelo presidente como candidato dele a uma futura vaga no STF.
Procuradores da República críticos e defensores da lista tríplice, do manifesto e da nota da ANPR trocam mensagens e farpas há mais de dois dias. É durante o governo de Bolsonaro, cuja Presidência escolheu um procurador-geral fora da lista tríplice pela primeira vez desde 2003, que a divisão se aprofunda e conflagra o MPF.
UOL Notícia 
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Advogado, filho de Clodomir Paz é nomeado Superintendente Federal da Agricultura no MA

O filho do ex-deputado Clodomir Paz, o advogado Guilherme Paz, é o novo Superintendente Federal da Agricultura, Pecuária e Pesca no Maranhão.

Candidato a deputado estadual nas últimas eleições, Guilherme bateu na trave e ficou como primeiro suplente na chapa do PSDB.

Agora, ganha uma sinecura para chamar de sua no loteamento de cargos que está sendo feito no governo Federal.

Flávio Dino reage e aciona STF contra Augusto Aras

Mesmo sem ter tempo para responder algumas denúncias, que jura desconhecer, o governador do Maranhão, Flávio Dino, resolveu acionar o Supremo Tribunal Federal – STF, contra o procurador geral da República, Augusto Aras.

Por conta de um contrato fechado na gestão comunista, para a compra de combustível destinado ao abastecimento de um helicóptero, o governador Flávio Dino acabou sendo alvo de um pedido de abertura de inquérito pela PGR.

A solicitação foi encaminhada ao STJ pela subprocuradora-geral da República Lindôra Maria Araújo, ainda no mês de abril. A investigação tramitará sob sigilo.

Segundo a PGR, o governo maranhense fechou um contrato para a compra de 175 mil litros de combustível por ano para abastecer um helicóptero utilizado pela Secretaria de Segurança. Mas o consumo médio anual da aeronave, de acordo com os procuradores, seria de 144 mil litros. O prejuízo seria de R$ 267 mil aos cofres público do Maranhão.

Agora, quase um mês depois, o comunista resolveu reagir e acionar o STF contra Augusto Aras. A informação foi passada pela colunista da Folha, Mônica Bérgamo, e confirmada pelo próprio Dino nas redes sociais.

“Sou vítima de um procedimento absurdo. Jamais pratiquei qualquer ato sobre compra de combustível, pois não é de minha competência. Desafio a mostrarem qualquer coisa errada. Fazem vazamentos desde abril. E não consigo ter acesso a essa tal “investigação”. Uma indecência. Reitero: esse procedimento de “investigação” é tão absurdo que, tão logo consiga ter acesso aos autos, irei representar contra os autores dessa irresponsabilidade. Uma “investigação” que dizem nascer de um papel sem fundamento enviado por uma pessoa de Varginha, Minas Gerais”, afirmou o comunista.

O curioso é que Dino resolve acionar o STF contra Augusto Aras, justamente no momento em que existe um visível estremecimento entre as partes.

É aguardar e conferir.

Roberto Rocha reage à altura a covardia de Flávio Dino

Na última entrevista coletiva, na sexta-feira (29), de maneira covarde, o governador do Maranhão, Flávio Dino, fugiu de um questionamento feito pela imprensa, sobre denúncias formuladas pelo senador maranhense Roberto Rocha.

O senador tem mostrado, em vídeos, hospitais fechados como os de Carolina e Viana, além de promessas não cumpridas pelo governador, como no caso do hospital de São Mateus. Roberto Rocha mostrou um vídeo, de setembro de 2017, quando Dino esteve na cidade e reafirmou a sua inauguração para março de 2018, mas que segue fechado, mesmo após dois da data estipulada pelo comunista.

Só que Dino, pasmem, mesmo tempo de sobra para comentar qualquer denúncia contra o presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou não ter tempo e ainda disse desconhecer tais denúncias feitas pelo senador, senador que inclusive se elegeu na mesma chapa do comunista em 2014 (reveja).

Roberto Rocha foi preciso na resposta. O senador afirmou que as críticas tem sido no sentido de construir um governo melhor, mas que o comunismo só entende o que é democracia quando está na oposição. Roberto Rocha ainda afirmou certeiramente que a reposta de Dino foi pior que a própria denúncia.

“Quando o próprio governador diz não acompanhar denúncia de um Senador da República, e que não perde tempo com hospitais fechados em plena pandemia, é algo mais grave que a própria denúncia”, afirmou.

Inegavelmente uma resposta à altura da covardia de Flávio Dino, que, sempre que acuado, foge como o “diabo foge da cruz”.