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Sarney: mundo seria mais seguro se potências gerissem recursos para saúde, não armas

Da Coluna do Sarney

A humanidade foi surpreendida por uma ameaça que, embora profetizada por esporádicas vozes, nunca foi levada a sério. Ao longo de nossa história atravessamos muitas doenças que dizimaram populações inteiras, mas todas elas foram superadas.

A última grande e fundada ameaça foi a descoberta da fissão atômica. Ele deu ao homem o domínio de liberar forças gigantescas, capazes de destruir imensas regiões da Terra. A primeira noção que tivemos da brutalidade desse poder veio quando, estarrecido, o mundo viu as tragédias de Hiroshima e Nagasaki. E não existe nenhuma garantia de que ela não possa fugir do controle do homem e antecipar a catástrofe da destruição da vida na face da Terra com os instrumentos que o próprio homem construiu.

Hoje o arsenal de ogivas nucleares armazenados pelos países que dominam a fissão e a fusão nuclear é de mais de nove mil, somadas as de todas as potências nucleares. Daí o esforço do mundo inteiro no sentido de conter esse avanço através de organismos e tratados internacionais. No fundo a luta pelo poder hegemônico do mundo repousa sobre a força.

Esse esforço e essa corrida armamentista monstruosa – retomada nos últimos tempos por Trump e Putin – de repente foi colocada em segundo plano. A ameaça mais eficaz e rápida apareceu de um micro-organismo que, para ser visto, precisa ser aumentado 1 milhão de vezes num microscópio eletrônico.

A ameaça das doenças desconhecidas mostrou suas garras na pandemia da Covid-19, cuja capacidade destruidora, que atinge todos os setores, econômicos, sociais, políticos e globais, nunca tinha sido sonhada pela humanidade.

Se as potências mundiais tivessem concentrado seus recursos na busca do controle científico da saúde humana, em vez de empenhá-los na sofisticação das armas, talvez não estivéssemos passando esta crise previsível e anunciada, capaz de revirar o mundo de cabeça para baixo, nos deixando sem saber o que vem do futuro: o caos ou um mundo transformado, mais humano e solidário, de olhos voltados para o próprio homem e não para o domínio de povos sobre povos olhos voltados para o próprio homem e não para o domínio de povos sobre povos.

O homem esqueceu que ele é vulnerável a si próprio e não deve buscar a força e com ela destruir a obra construída pela mais bem-sucedidaespécie de mamífero, em que Deus nos deu a graça da vida, o Homo sapiens, que existe há 350 mil anos, um nada diante da eternidade.

E o Brasil? Em meio a esse transcendental desafio, em vez de inserirse no esforço mundial para enfrentar o Corona, fica mergulhado em lutas estéreis, em confrontos menores, quando devia concentrar todas as suas forças numa união geral, sem qualquer barreira e defender-se do desastre que ameaça a humanidade.

A rainha de Bolsonaro em xeque mate. Procurador Geral tem independência questionada pelo próprio MPF

Manifesto acirra debate no MPF em torno da independência de Aras

O debate pegou fogo, com dezenas de mensagens trocadas na rede de e-mail dos membros do MPF (Ministério Público Federal). De quarta-feira (27) para cá, a controvérsia ganhou corpo após a divulgação de um manifesto assinado por 590 procuradores, mais da metade da categoria, em defesa da lista tríplice e de uma nota da ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República) que chamou a atenção para a necessidade de garantir a independência de ações do cargo de procurador-geral da República.
Se a medida proposta no manifesto for aprovada pelo Congresso na forma de uma emenda constitucional, o atual procurador-geral, Augusto Aras, só poderá ser reconduzido ao cargo em 2021 caso seja um dos três mais votados pela categoria. Aras tem sido questionado dentro e fora do MPF por medidas favoráveis às posições do presidente Jair Bolsonaro e de seus ministros, ao mesmo tempo em que foi citado pelo presidente como candidato dele a uma futura vaga no STF.
Procuradores da República críticos e defensores da lista tríplice, do manifesto e da nota da ANPR trocam mensagens e farpas há mais de dois dias. É durante o governo de Bolsonaro, cuja Presidência escolheu um procurador-geral fora da lista tríplice pela primeira vez desde 2003, que a divisão se aprofunda e conflagra o MPF.
UOL Notícia 
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Advogado, filho de Clodomir Paz é nomeado Superintendente Federal da Agricultura no MA

O filho do ex-deputado Clodomir Paz, o advogado Guilherme Paz, é o novo Superintendente Federal da Agricultura, Pecuária e Pesca no Maranhão.

Candidato a deputado estadual nas últimas eleições, Guilherme bateu na trave e ficou como primeiro suplente na chapa do PSDB.

Agora, ganha uma sinecura para chamar de sua no loteamento de cargos que está sendo feito no governo Federal.

Flávio Dino reage e aciona STF contra Augusto Aras

Mesmo sem ter tempo para responder algumas denúncias, que jura desconhecer, o governador do Maranhão, Flávio Dino, resolveu acionar o Supremo Tribunal Federal – STF, contra o procurador geral da República, Augusto Aras.

Por conta de um contrato fechado na gestão comunista, para a compra de combustível destinado ao abastecimento de um helicóptero, o governador Flávio Dino acabou sendo alvo de um pedido de abertura de inquérito pela PGR.

A solicitação foi encaminhada ao STJ pela subprocuradora-geral da República Lindôra Maria Araújo, ainda no mês de abril. A investigação tramitará sob sigilo.

Segundo a PGR, o governo maranhense fechou um contrato para a compra de 175 mil litros de combustível por ano para abastecer um helicóptero utilizado pela Secretaria de Segurança. Mas o consumo médio anual da aeronave, de acordo com os procuradores, seria de 144 mil litros. O prejuízo seria de R$ 267 mil aos cofres público do Maranhão.

Agora, quase um mês depois, o comunista resolveu reagir e acionar o STF contra Augusto Aras. A informação foi passada pela colunista da Folha, Mônica Bérgamo, e confirmada pelo próprio Dino nas redes sociais.

“Sou vítima de um procedimento absurdo. Jamais pratiquei qualquer ato sobre compra de combustível, pois não é de minha competência. Desafio a mostrarem qualquer coisa errada. Fazem vazamentos desde abril. E não consigo ter acesso a essa tal “investigação”. Uma indecência. Reitero: esse procedimento de “investigação” é tão absurdo que, tão logo consiga ter acesso aos autos, irei representar contra os autores dessa irresponsabilidade. Uma “investigação” que dizem nascer de um papel sem fundamento enviado por uma pessoa de Varginha, Minas Gerais”, afirmou o comunista.

O curioso é que Dino resolve acionar o STF contra Augusto Aras, justamente no momento em que existe um visível estremecimento entre as partes.

É aguardar e conferir.

Roberto Rocha reage à altura a covardia de Flávio Dino

Na última entrevista coletiva, na sexta-feira (29), de maneira covarde, o governador do Maranhão, Flávio Dino, fugiu de um questionamento feito pela imprensa, sobre denúncias formuladas pelo senador maranhense Roberto Rocha.

O senador tem mostrado, em vídeos, hospitais fechados como os de Carolina e Viana, além de promessas não cumpridas pelo governador, como no caso do hospital de São Mateus. Roberto Rocha mostrou um vídeo, de setembro de 2017, quando Dino esteve na cidade e reafirmou a sua inauguração para março de 2018, mas que segue fechado, mesmo após dois da data estipulada pelo comunista.

Só que Dino, pasmem, mesmo tempo de sobra para comentar qualquer denúncia contra o presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou não ter tempo e ainda disse desconhecer tais denúncias feitas pelo senador, senador que inclusive se elegeu na mesma chapa do comunista em 2014 (reveja).

Roberto Rocha foi preciso na resposta. O senador afirmou que as críticas tem sido no sentido de construir um governo melhor, mas que o comunismo só entende o que é democracia quando está na oposição. Roberto Rocha ainda afirmou certeiramente que a reposta de Dino foi pior que a própria denúncia.

“Quando o próprio governador diz não acompanhar denúncia de um Senador da República, e que não perde tempo com hospitais fechados em plena pandemia, é algo mais grave que a própria denúncia”, afirmou.

Inegavelmente uma resposta à altura da covardia de Flávio Dino, que, sempre que acuado, foge como o “diabo foge da cruz”.

Uma tragédia de erros – Por Joaquim Haickel

Qual seria a reação das pessoas, que tomassem conhecimento, através de gravações, de reuniões dos presidentes do Supremo Tribunal Federal – STF, do Senado Federal, ou da Câmara dos Deputados, com seus pares, onde eles tratassem de assuntos que deveriam ser exclusivamente privados? Que não pudessem vir a público!?…

Como reagiriam as pessoas que assistissem a gravações de reuniões secretas das direções nacionais dos partidos políticos, de qualquer coloração ideológica? Como se sentiriam os telespectadores se pudessem assistir a uma reunião de pauta de um desses telejornais nacionais? Uma, onde os jornalistas não soubessem que estavam sendo gravados e onde se visse como eles montam suas narrativas!?…

Como ocorrem as reuniões intimas, nas quais você participa!? Da empresa, do condomínio, da família! Se diz cada barbaridade nessas reuniões, não é mesmo!?

Penso que essas pessoas se sentiriam tão impactadas quanto aquelas que assistiram a reunião ministerial de 22/04/20. Talvez nessas outras reuniões fossem falados menos impropérios e sandices, mas certamente nelas seriam ditas coisas também bastante censuráveis, pois na intimidade, sempre se acaba dizendo algo que não deveria ser dito.

Não desejo colocar panos quentes nas grosserias e nos impropérios ditos na reunião ministerial de 22/04/20, mas não posso esquecer que, quem dela participou imaginava que aquela seria uma reunião secreta, e se soubessem que ela seria pública, teriam mantido a linha, falado menos tolices.

Da mesma maneira que não posso deixar de dizer que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, é um completo lunático e não poderia jamais ocupar tão importante cargo, ou qualquer outro.

Fico imaginando qual ministro do STF, senador ou deputado federal nunca, em uma reunião íntima, não insultou o presidente Jair Bolsonaro ou algum de seus ministros aloprados!? Ora, se eu que não estou diretamente envolvido em todo esse parangolé os insultos, imaginem quem está no olho do furacão!?…

O presidente da república que é um sujeito incapaz de se comunicar de forma correta e adequada, nem com sua equipe, nem com os demais atores da cena política brasileira, nem com a imprensa, quando se vê fustigado por aqueles que desejam atingi-lo, acaba criando um ambiente caótico, quase fora de controle.

Fiquei muito preocupado com uma fala de Bolsonaro, na porta do Palácio da Alvorada, na quinta-feira, 28 de maio! O senti acuado! Penso que estão esticando muito a corda com este maluco! Oposição e imprensa, ao invés de enfraquecê-lo, estão fortalecendo-o junto aos seus apoiadores!

O apoio a Bolsonaro, em muitos aspectos, está ficando muito parecido com a religião que foi criada em torno de “São Lula”! O que não é de forma alguma o que eu ou qualquer pessoa de bom senso, deseja.

Penso que na tentativa de atacar o governo, apedrejando seu governante, seus opositores, conseguem poucos novos adeptos, consolidam a resistência bolsonarista, e pior que isso, atingem e fragilizam o Brasil e suas instituições.

Acredito que a tática mais correta a ser usada contra pessoas como Jair Bolsonaro não seja essa que a imprensa e seus adversários políticos estão usando. Perseguir um populista, acossá-lo, vitimizá-lo, não o fará desistir. O objetivo deles deveria ser apartá-lo de seu trunfo, de sua base, de seu apoio: seu povo.

Ao agir como o fazem, os adversários do presidente, mais que alvejá-lo, atingem ao Brasil. Ao final pode ser que consigam seu intento, mas certamente, terão destruído a nossa nação, o nosso país e o nosso Estado, que com isso pode deixar de ser democrático, por ação deles, ou por reação a eles.

Um governo ou seu presidente são passageiros. O que tem que ser permanente é o entendimento de que todos, não só alguns, são igualmente responsáveis pelas coisas certas e pelas coisas erradas que acontecem em nosso país. Mérito, culpa e responsabilidade, não são privilégio apenas de alguns, mas de todos.

O presidente comete muitos erros, alguns graves, mas ele não é o único a errar em toda essa tragédia absurda pela qual passamos. Vestais, que se colocam acima do bem e do mal, são tão ou mais responsáveis que ele.

Em Bolsonaro, o erro se sobressai muito mais por sua forma tosca de ser e de agir, que por qualquer outra coisa. Como dizia meu pai, “ele tem o dedo queimado”!

Alexandre Garcia: em 40 anos, só Sarney não usou palavrões com ministros

Em comentário feito para 330 rádios, durante a semana, o jornalista Alexandre Garcia comentou a divulgação do vídeo da reunião ministerial – ocorrida no dia 22 de abril, mas que veio à tona um mês depois -, na qual o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) desfiou um rosário regado a palavrões.

Um dos mais bem informados comentaristas da política de Brasília, Garcia revelou que, nos últimos 40 anos, apenas o ex-presidente José Sarney (MDB) não utilizou-se de palavrões ao se dirigir a ministros nesse tipo de agenda.

Veja:

Auxílio Emergencial agora é empréstimo e será preciso devolver

Uma alteração na lei que criou o auxílio emergencial de R$ 600 pode fazer com que o trabalhador tenha que devolver o valor do benefício no ano que vem, caso tenha um aumento na renda. Dessa forma, o dinheiro passa a ser apenas um empréstimo para os beneficiários que se recuperarem financeiramente ao longo do ano. Saiba mais.

Trabalhador terá que devolver os R$ 600 do auxílio emergencial se tiver aumento de renda

Primeiramente, em virtude de uma mudança feita pelo Senado e sancionada pelo presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido), quem receber ao longo de 2020 mais que o limite de isenção do Imposto de Renda (IR) terá que devolver integralmente em 2021 o auxílio que recebeu, inclusive o dos dependentes. As parcelas do auxílio não entram no cálculo da renda anual.

Neste momento, não paga IR quem recebeu até R$ 28.559,70 ao longo do ano inteiro, com salários, aposentadorias ou aluguéis, por exemplo. Esse valor pode mudar para a declaração do ano que vem, mas ele não é atualizado desde 2015.

Entenda como deveria funcionar a compensação do auxílio emergencial

A lei que criou o auxílio emergencial, publicada em 2 de abril de 2020, excluiu quem teve renda superior a R$ 28.559,70 em 2018. Isso deixou de fora do auxílio, pessoas que tinham uma certa renda em 2018, mas que teoricamente, precisariam do auxílio emergencial.

Depois que a primeira parcela dos R$ 600 já estava sendo paga, tanto a Câmara quanto o Senado aprovaram um projeto que acabava com esse critério. Em compensação, foi adicionada a obrigação de devolver o auxílio se a pessoa terminar 2020 com renda acima do limite de isenção do IR.

A devolução se mistura com o Imposto de Renda

Enfim, com a mudança na lei já sancionada, brasileiros que terminarem o ano de 2020 com renda superior ao limite de isenção (sem contar a ajuda emergencial do governo) terá que pagar o IR mais o valor total do auxílio que recebeu. As parcelas que os dependentes receberam também precisarão ser devolvidas. A Receita Federal afirmou que “está em estudo como a medida será operacionalizada”.

Com informações Seu crédito Digital

Pesquisa: Bolsonaro derrete e 58% já apoiam impeachment

A popularidade de Jair Bolsonaro continua a derreter.

Segundo pesquisa feita pelo Atlas Político, ele é reprovado por 65,1% dos brasileiros e aprovado por 32,9%.

A parcela de eleitorado que considera seu governo ruim ou péssimo sobe sem parar. Aqueles que o consideravam regular simplesmente evaporaram.

Já o impeachment do presidente está ganhando apoio do eleitorado.

Segundo o levantamento, 58% dos brasileiros defendem seu afastamento imediato, contra 36%.